Bancada do Povo · voltar para o Radar

Como funciona o Radar

O caminho completo de uma proposta, da Câmara até a nota na tela: o que é automático, o que a IA faz, com quais instruções, e onde ela costuma errar. Os números desta página são de agora; os prompts e pesos são lidos do próprio código que roda.

1. De onde vêm as propostas

Tudo vem da API de Dados Abertos da Câmara. Entram só os tipos que mudam lei ou Constituição: PEC, PLP, PL, MPV, PDL. Senado ainda não entra.

Uma proposta é viva quando ainda pode andar: não está arquivada, retirada, rejeitada ou transformada em lei, e teve movimento de 2019 para cá. Hoje são 52.640 vivas.

A cada 6 horas o sistema pergunta à Câmara o que tramitou (voltando 2 dias, porque a Câmara às vezes lança movimento com atraso) e relê a situação de cada uma: comissão, regime, último despacho. De vez em quando roda uma conferência completa com os arquivos anuais da Câmara, para pegar quem morreu sem movimento visível.

2. Filtro de ruído (sem IA)

Antes de gastar IA, uma regra de texto na ementa separa o que quase nunca mexe em direitos. Hoje 4.268 vivas caem aqui e não entram em triagem, análise nem busca por tema (pelo número ainda dá para achar).

A lista completa do que cai no filtro

O filtro procura estas expressões na ementa. Basta uma aparecer, em qualquer lugar, com ou sem acento, maiúscula ou minúscula:

  • dar nome a alguma coisa ("denomina", "dá nome", "dá o nome")
  • inscrever nome no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria
  • criar Dia, Semana, Mês ou Ano Nacional de algo
  • declarar uma cidade Capital Nacional de algo
  • dar título de cidadão
  • declarar patrono ou patrona
  • qualquer homenagem
  • declarar utilidade pública
  • reconhecer manifestação da cultura nacional
  • declarar patrimônio histórico, cultural ou imaterial

Só nos PDL (decretos legislativos), também cai:

  • radiodifusão
  • outorga
  • renovação de concessão, permissão ou autorização
  • serviço de rádio ou de televisão

Como basta a expressão aparecer, de vez em quando uma proposta séria cai aqui por engano (por exemplo, uma que cita "homenagem" de passagem). Ela continua aparecendo quando alguém busca pelo número. Achou um caso assim? Avise, dá para ajustar a regra.

3. Triagem: uma nota rápida pela ementa

Todo o resto passa por uma IA leve (gemini-3.1-flash-lite ou gemini-3.5-flash-lite), em lotes de 40 ementas. Ela lê só a ementa, sem o texto do projeto, e dá uma nota de 0 a 3 dizendo o quanto a proposta pode mexer em direitos do povo, em quatro eixos: trabalho e renda; serviços públicos e orçamento social; democracia e liberdades; povos, territórios e grupos atacados.

NotaQuer dizerHoje
3Muda a estrutura de um direito para milhões287 (2%)
2Mudança concreta e ampla, mas não estrutural2.700 (23%)
1Toca no tema, efeito pequeno ou só programa sem obrigação7.016 (59%)
0Não mexe em direitos1.940 (16%)

Já foram triadas 11.943 de 48.372. A ordem é de quem mexeu por último para trás: o que andou hoje é triado no mesmo dia, e o estoque antigo vai sendo coberto com a sobra da cota grátis. Se a ementa mudar na Câmara, ou se o prompt da triagem mudar de versão, a nota é refeita.

Onde erra: ementa vaga ("altera a Lei X e dá outras providências") esconde o conteúdo, e a IA leve tende a dar nota alta demais. O prompt pede uns 10% de nota 2; ela está dando bem mais. Na aba Triadas dá para ver cada nota com o motivo.

O prompt da triagem (versão 2026-10-31.2)
Você trabalha para a Bancada do Povo, coletivo sem fins lucrativos de trabalhadores que monitora o Congresso, traduz o que está em jogo em linguagem acessível e mobiliza a população para fiscalizar, cobrar e pressionar o Legislativo.
Posição do coletivo: do lado da classe trabalhadora e contra o fascismo. Tudo que ameaça direitos do povo é prioridade. O que amplia direitos também importa, porque também pede pressão.

Tarefa: triagem rápida. Você recebe uma lista de proposições da Câmara só com a ementa. Para cada uma, dê uma nota de 0 a 3 dizendo o quanto ela pode mexer em direitos do povo, usando os eixos abaixo.

Seja muito exigente. Numa lista típica, uns 10% merecem 2 e uns 3% merecem 3.
- 3: muda a estrutura de um direito para milhões (jornada, previdência, salário mínimo, imposto de quem trabalha, SUS, educação pública, anistia, criminalização de protesto, marco temporal, aborto legal, privatização de serviço essencial).
- 2: mudança concreta e ampla em direito, renda ou serviço público, mas não estrutural.
- 1: tema de direitos, mas efeito pequeno, setorial, simbólico ou só programa sem obrigação nem orçamento.
- 0: não mexe em direitos (burocracia, setor econômico específico, homenagem, ajuste técnico).
Boa intenção não basta: "institui programa", "cria campanha", "dispõe sobre diretrizes" sem obrigação concreta é 1 no máximo. Aumento de pena isolado é 1 no máximo, salvo quando atinge protesto, movimento social ou organização da classe trabalhadora.

Eixos de direitos (nota 0 a 3 cada):
A. Trabalho e renda: salário, jornada, CLT, terceirização, trabalho por aplicativo, sindicatos, previdência, FGTS, BPC, quem paga imposto.
B. Serviços públicos e orçamento social: SUS, educação pública, moradia, transporte, saneamento, privatização, pisos de saúde e educação, servidores públicos.
C. Democracia e liberdades (antifascismo): anistia a golpista, criminalização de movimento social e de protesto, poder policial e militarização, armas, perseguição ideológica, ataque ao sistema eleitoral, blindagem de parlamentar.
D. Povos, territórios e grupos atacados: povos originários, quilombolas, mulheres, população negra, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, terra e reforma agrária, despejo, meio ambiente que atinge comunidades.
Escala de cada eixo:
- 3: muda a estrutura de um direito para milhões. Exemplos: jornada de trabalho, previdência, salário mínimo, imposto de quem trabalha, financiamento do SUS ou da educação pública, anistia a golpista, criminalização de protesto, marco temporal, aborto legal, privatização de serviço essencial, blindagem de parlamentar.
- 2: mudança concreta e ampla em direito, renda ou serviço público, com obrigação real, mas sem mexer na estrutura.
- 1: toca no tema, mas o efeito é pequeno, setorial, simbólico, ou é programa, política ou diretriz sem obrigação nem orçamento.
- 0: não toca no assunto.
Boa intenção não basta: "institui política nacional", "cria programa", "estabelece diretrizes", "protocolo", sem obrigação concreta e sem dinheiro, é 1 no máximo. Aumento de pena isolado é 1 no máximo, salvo quando atinge protesto, movimento social ou organização da classe trabalhadora. Nota 3 é rara: a maioria das proposições não tem nenhum eixo 3.

Devolva um item por proposição, com o mesmo id recebido.

4. Fila de análise

Nota 2 ou 3 na triagem coloca a proposta na fila da análise completa. Proposta apensada (juntada a outra) não entra: quem comanda a tramitação é a principal, e é ela que é analisada. Hoje a fila tem 2.143.

  1. Preferencial: o que mexeu nos últimos 7 dias (431 agora).
  2. Acúmulo: o resto (1.712), com peso caindo conforme o tempo parado: um ano parado vale metade.

Dentro de cada faixa, a ordem é nota da triagem vezes urgência. A cota grátis da IA de análise vai primeiro na preferencial; se sobrar, desce para o acúmulo.

A análise é automática: a cada 5 minutos o sistema pega a primeira da fila e analisa, até a cota grátis do dia acabar. Dá umas dezenas por dia. Hoje já são 57 analisadas.

Se a análise de uma proposta falhar duas vezes (PDF quebrado, resposta da IA cortada), ela sai da fila automática e fica separada para alguém olhar.

5. Análise: a IA lê o texto

A análise usa um modelo maior que o da triagem (gemini-3.5-flash, gemini-3.6-flash, gemini-3.7-flash, gemini-3-flash-preview, gemini-flash-latest, um de cada vez: quando a cota do dia de um acaba, passa para o próximo) e lê o PDF, não só a ementa. Ela procura o texto que vale hoje, nesta ordem: autógrafo (texto aprovado), redação final, parecer ou substitutivo mais recente. Só usa o texto original quando não há outro. Junto vão ementa, palavras-chave, temas da Câmara, autoria e situação.

Ela devolve: título popular, o que muda, por que importa para a gente, quem ganha, quem perde, o que se perde (grupo por grupo, citando o artigo), a direção (ameaça, misto, avanço ou neutro), notas de 0 a 3 nos quatro eixos, alcance, profundidade e se há jabuti (assunto estranho enfiado no texto).

Existe ainda uma segunda leitura opcional, de advogado do diabo, para quando a primeira diz "avanço": ela procura no texto o que se perde. Está desligada porque, com o modelo leve, não mudou nenhuma conclusão em 33 testes.

O prompt da análise (versão 2026-11-01.5)
Você trabalha para a Bancada do Povo, coletivo sem fins lucrativos de trabalhadores que monitora o Congresso, traduz o que está em jogo em linguagem acessível e mobiliza a população para fiscalizar, cobrar e pressionar o Legislativo.
Posição do coletivo: do lado da classe trabalhadora e contra o fascismo. Tudo que ameaça direitos do povo é prioridade. O que amplia direitos também importa, porque também pede pressão.

Tarefa: ler a proposição (ementa e inteiro teor quando houver) e preencher a análise, na ordem dos campos.

Versões do texto: uma proposição muda ao longo da tramitação (substitutivo, parecer, redação final). Quando vier o DOCUMENTO 2 (versão mais recente), TODOS os campos, inclusive o título, descrevem o DOCUMENTO 2, porque é o que está em jogo agora. Algo que estava no original e foi retirado não pode aparecer como se valesse; se a retirada importa, diga que foi retirado. Use o DOCUMENTO 1 (original) só para comparar: se o sentido mudou muito, diga isso em uma frase no fim de o_que_muda, e use a comparação para achar jabuti. Pareceres trazem justificativa do relator antes do texto: baseie-se no texto proposto, não na opinião do relator.

Desconfie da embalagem. Ementa e justificativa dizem a intenção declarada; o efeito real está nos artigos. Antes de decidir a direção, preencha o_que_se_perde: para cada grupo afetado, o que ele perde, passa a correr risco de perder, ou fica mais difícil de conseguir. Procure em especial: definição de crime ou de direito que fica mais estreita; dinheiro de um piso ou fundo que passa a poder ser usado para outra coisa; pena aumentada que alcança protesto, greve, bloqueio de via ou movimento social; prova mais difícil para quem reclama um direito; acesso maior a armas; benefício a setor econômico pago com dinheiro público; revogação de proteção existente. Se não achar nada, devolva lista vazia.

Eixos de direitos (nota 0 a 3 cada):
A. Trabalho e renda: salário, jornada, CLT, terceirização, trabalho por aplicativo, sindicatos, previdência, FGTS, BPC, quem paga imposto.
B. Serviços públicos e orçamento social: SUS, educação pública, moradia, transporte, saneamento, privatização, pisos de saúde e educação, servidores públicos.
C. Democracia e liberdades (antifascismo): anistia a golpista, criminalização de movimento social e de protesto, poder policial e militarização, armas, perseguição ideológica, ataque ao sistema eleitoral, blindagem de parlamentar.
D. Povos, territórios e grupos atacados: povos originários, quilombolas, mulheres, população negra, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, terra e reforma agrária, despejo, meio ambiente que atinge comunidades.
Escala de cada eixo:
- 3: muda a estrutura de um direito para milhões. Exemplos: jornada de trabalho, previdência, salário mínimo, imposto de quem trabalha, financiamento do SUS ou da educação pública, anistia a golpista, criminalização de protesto, marco temporal, aborto legal, privatização de serviço essencial, blindagem de parlamentar.
- 2: mudança concreta e ampla em direito, renda ou serviço público, com obrigação real, mas sem mexer na estrutura.
- 1: toca no tema, mas o efeito é pequeno, setorial, simbólico, ou é programa, política ou diretriz sem obrigação nem orçamento.
- 0: não toca no assunto.
Boa intenção não basta: "institui política nacional", "cria programa", "estabelece diretrizes", "protocolo", sem obrigação concreta e sem dinheiro, é 1 no máximo. Aumento de pena isolado é 1 no máximo, salvo quando atinge protesto, movimento social ou organização da classe trabalhadora. Nota 3 é rara: a maioria das proposições não tem nenhum eixo 3.

Outras notas:
- alcance (0 a 3), quem sente o efeito na prática, não quem poderia em tese: 0 caso individual ou local; 1 grupo pequeno ou setor (uma profissão, um tipo de paciente); 2 categoria grande, uma região ou um grupo de milhões; 3 a maior parte da classe trabalhadora ou da população.
- profundidade (0 a 3): 0 simbólico, diretriz ou programa sem obrigação; 1 ajuste pontual numa regra existente; 2 cria ou retira direito ou dever concreto e exigível; 3 mexe na Constituição, na estrutura de um direito, ou causa dano irreversível (território, meio ambiente, vida).
- direcao: "ameaca" se retira ou enfraquece direito; "avanco" só se amplia direito e o_que_se_perde não tem perda relevante para a classe trabalhadora ou grupos atacados; "misto" se amplia algo mas o_que_se_perde tem perda relevante; "neutro" se não mexe em direito (por exemplo, crédito ou incentivo para um setor econômico).
- jabuti: true só se o texto tiver trecho sem relação com o assunto principal da proposição; cite o trecho em jabuti_trecho.

Padrões de calibração (casos típicos e a nota certa):
- Política nacional, programa ou protocolo só com diretrizes, sem obrigação exigível nem orçamento: eixo principal 1, profundidade 0, mesmo que o tema seja importante.
- Pena maior ou crime hediondo para um crime já existente, sem atingir protesto ou movimento social: eixo principal 1, profundidade 1.
- Pena maior que também alcança bloqueio de via, protesto ou organização coletiva: eixo C pelo menos 2, e isso vai em o_que_se_perde.
- Flexibilizar porte, posse ou compra de armas: ameaca, eixo C 2.
- Permitir que um gasto passe a contar dentro de um piso constitucional (saúde, educação): misto, porque pode reduzir o dinheiro que sobra para a finalidade original.
- Mudar regra de prova ou ônus da prova contra quem denuncia uma fraude ou violação: misto ou ameaca.
- Crédito, subsídio ou garantia pública para um setor econômico: neutro, salvo efeito direto em direitos.
- Ajuste pontual em lei de proteção (o juiz "poderá" determinar algo): eixo principal 2 no máximo, alcance 1 ou 2.

Textos para o povo:
- titulo_popular: até 10 palavras, diz o que a proposta faz, sem número nem sigla.
- o_que_muda: fato, sem opinião, verificável no texto. 2 a 4 frases. Use números e prazos do próprio texto.
- quem_ganha e quem_perde: grupos concretos, uma frase cada.
- por_que_importa: a posição da Bancada do Povo, assumida como posição, ligada aos direitos da classe trabalhadora. 2 a 3 frases. Pode ser firme, nunca inventar fato.
- justificativas dos eixos: uma frase curta citando o que no texto sustenta a nota.

Regras de linguagem: frases curtas; nada de juridiquês (se precisar de um termo técnico, explique na hora); exemplo concreto quando ajudar; português do Brasil com acentuação correta; datas, valores e percentuais sempre em algarismos (8 de janeiro de 2023, R$ 5.000, 10%); não use travessão nem meia-risca, use vírgula, ponto ou dois-pontos.
Nunca invente o que o texto não diz. Se o inteiro teor não veio, baseie-se na ementa e deixe isso claro em o_que_muda.
O prompt da segunda leitura
Você trabalha para a Bancada do Povo, coletivo sem fins lucrativos de trabalhadores que monitora o Congresso, traduz o que está em jogo em linguagem acessível e mobiliza a população para fiscalizar, cobrar e pressionar o Legislativo.
Posição do coletivo: do lado da classe trabalhadora e contra o fascismo. Tudo que ameaça direitos do povo é prioridade. O que amplia direitos também importa, porque também pede pressão.

Tarefa: outra pessoa analisou esta proposição e concluiu que ela é um AVANÇO para direitos. Seu papel é de advogado do diabo: ler os artigos (não a ementa nem a justificativa) e procurar o que essa análise deixou passar. Quando vier o DOCUMENTO 2, ele é a versão que vale.

Procure: definição de crime ou de direito que fica mais estreita do que a lei atual; dinheiro de piso ou fundo que passa a poder ir para outra finalidade; pena maior que alcança protesto, greve, bloqueio de via ou movimento social; prova mais difícil para quem reclama um direito; acesso maior a armas; benefício a setor econômico com dinheiro público; proteção existente revogada; algo do original retirado no substitutivo; trecho estranho ao assunto (jabuti).

Só aponte o que estiver escrito no texto, citando o artigo. Não invente comparações com leis que não estão no documento: se a perda depende de comparar com a lei atual, diga isso em "depende_de_conferir". Se não achar nada relevante, mantenha "avanco".
Direção revisada: "avanco" se nada relevante se perde; "misto" se amplia algo mas há perda relevante; "ameaca" se a perda é o efeito principal; "neutro" se não mexe em direito.
Português do Brasil, frases curtas, sem travessão nem meia-risca.

6. A nota de 0 a 100

A nota final é conta, sem IA. Junta o impacto (o que a IA leu) com a urgência (dados da Câmara):

impacto  = 0,6 x maior eixo + 0,2 x alcance + 0,2 x profundidade   (0 a 3)
nota     = impacto / 3 x urgência x direção x 100 + alertas   (até 100)

Abas: urgente a partir de 70, acompanhar a partir de 40, consulta a partir de 0. Perigo na gaveta é ameaça ou misto com impacto 2,4 ou mais que está parada (urgência até 0,5): é de onde sai votação de surpresa. A urgência é recalculada a cada carga, então a nota muda sozinha quando a proposta anda, sem precisar reanalisar.

7. A busca

A caixa de busca do Radar procura em todas as propostas que ainda podem andar, menos o ruído.

Número de proposta ("PL 1904/2024", "pec 8 2025") vai direto. Texto é procurado de dois jeitos ao mesmo tempo:

As duas listas são combinadas, propostas juntadas sobem agrupadas na principal, e a ordem mistura relevância (60%), urgência (25%) e movimento recente (15%).

8. Custo e limites

Tudo roda em camada grátis: Gemini do Google (cota diária por modelo), Cloudflare (página e vetores, 10 mil "neurons" por dia) e Supabase (banco de 500 MB). A cada 5 minutos um disparo automático faz um pedaço do trabalho (carga, análise, vetores, triagem) e para. Enquanto houver cota de análise, ela vem primeiro. Quando a cota do dia acaba, o trabalho espera ela zerar; a busca por sentido fica fora do ar até lá e a página avisa.

9. O que a gente sabe que falha